Olá PL`s!!!!!!!
Tenho novidades do inglês boy misterioso! Mas, infelizmente não são nadas boas novidades:
1ª não tem mts. amigos pois anda sempre às "turras"
2ª continua a achar -se o maior
3ª so diz asneiras e chamanos coisas indecentes
4ª mente ao meu stor de educação fisica ( diz que tem os tenis limpos para o pavilhao mas afinal sao os tenis da rua )
5ª tem insuficientes a tudo e diz que quer chumbar ( ate porque la na inglaterra ele tava um ano a frente mas na realidade devia tar no quarto ano )
Novidades do "mago das trevas":
1ª continua a chamar-nos burros e caixa de oculos ao meu amigo
2ª continua a cheirar mal
3ª e por ultimo continua a chamar me DONA E...... .
quarta-feira, 17 de março de 2010
domingo, 14 de março de 2010

Em jeito de complemento ao belo post de ZN (a foto é a que o Zé Tomás pôs no GENEA?), T. e L., rebuscando velhos papéis familiares, anexam esta foto dos 2 manos Freire da Cruz dos Reis mais velhos (em Lisboa?).
ZN, sabias que o TN, para além de ter o teu nome (ou o tu o dele) invertido, também era um bom desenhador? Segundo o boletim dos empregados da Casa Africana, várias das suas caricaturas foram publicadas nos jornais da capital.
Tio Nuno

Hoje fazia anos o nosso Tio Nuno (Nuno José Freire da Cruz dos Reis, Lisboa 15/03/1929 – S. Paulo, 19/02/1992). A ele devo-lhe o meu nome (parece que havia uma congeminação para me chamarem Nuno Henrique por causa dos centenários de Nuno Alvares Pereira e de Infante Dom Henrique, com RPL a imaginar que me poderiam alcunhar de “Duplo Centenário”!), sugerindo o antónimo do seu próprio nome. Acho que fiquei a ganhar… até por que agora sou Duplo Santo, graças ao esforço do lóbi português para santificar o maior carrasco de castelhanos que houve na nossa História!
Voltando ao homenageado, sendo conhecido como empresário dinâmico, tendo gerido a Casa Africana e dado um importante contributo para o desenvolvimento das Páginas Amarelas, vai para o Brasil a seguir ao 25 de Abril, para continuar a sua actividade empresarial. Segundo a página da internet referida a seguir, foi fundador do Grupo Endesp: (http://www.endesp.com.br/empresa.asp)
“O Grupo Endesp - empresa fundada por Nuno José Freire da Cruz dos Reis (1929-1992), atua no mercado editorial desde 1984, comercializando, publicando e distribuindo gratuitamente a Lista de Endereços e Classificados.
O Grupo Endesp edita em um único volume as seções de Endereços e Classificados, integrando profissionais liberais, indústria e comércio das cidades de São Paulo, Grande ABC, Santos e Rio de Janeiro possibilitando uma consulta ágil e eficiente.
Estamos presentes em mais de 30 cidades entre os quais: São Paulo, Osasco, Guarulhos, Barueri, Taboão da Serra, Embu, Cotia, Vargem Grande, Itapevi, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Ribeirão Pires, Mauá, Rio Grande da Serra, Santos, Bertioga, Guarujá, Mongaguá, Cubatão, São Vicente, Praia Grande, Itanhaém, Peruíbe, Rio de Janeiro, Niterói, Duque de Caxias, Belford Roxo, Mesquita, Nilópolis e São João de Meriti e São Gonçalo.”
(Mantive a ortografia original, não, ainda não aderi ao Acordo!).
As memórias que tenho deste Grande Tio são da sua boa disposição, de ser um grande brincalhão e um óptimo contador de histórias, fazendo lembrar a sua irmã mais velha, MNL.
Um grande abraço Tio!
Voltando ao homenageado, sendo conhecido como empresário dinâmico, tendo gerido a Casa Africana e dado um importante contributo para o desenvolvimento das Páginas Amarelas, vai para o Brasil a seguir ao 25 de Abril, para continuar a sua actividade empresarial. Segundo a página da internet referida a seguir, foi fundador do Grupo Endesp: (http://www.endesp.com.br/empresa.asp)
“O Grupo Endesp - empresa fundada por Nuno José Freire da Cruz dos Reis (1929-1992), atua no mercado editorial desde 1984, comercializando, publicando e distribuindo gratuitamente a Lista de Endereços e Classificados.
O Grupo Endesp edita em um único volume as seções de Endereços e Classificados, integrando profissionais liberais, indústria e comércio das cidades de São Paulo, Grande ABC, Santos e Rio de Janeiro possibilitando uma consulta ágil e eficiente.
Estamos presentes em mais de 30 cidades entre os quais: São Paulo, Osasco, Guarulhos, Barueri, Taboão da Serra, Embu, Cotia, Vargem Grande, Itapevi, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Ribeirão Pires, Mauá, Rio Grande da Serra, Santos, Bertioga, Guarujá, Mongaguá, Cubatão, São Vicente, Praia Grande, Itanhaém, Peruíbe, Rio de Janeiro, Niterói, Duque de Caxias, Belford Roxo, Mesquita, Nilópolis e São João de Meriti e São Gonçalo.”
(Mantive a ortografia original, não, ainda não aderi ao Acordo!).
As memórias que tenho deste Grande Tio são da sua boa disposição, de ser um grande brincalhão e um óptimo contador de histórias, fazendo lembrar a sua irmã mais velha, MNL.
Um grande abraço Tio!
quarta-feira, 10 de março de 2010
A minha proposta de nome para o A380 da Lufthansa
Resolvi participar neste concurso e sugeri o nome de Louise Otto-Peters, uma escritora, feminista, poeta e jornalista alemã e que foi extremamente importante como activista no movimento dos direitos das mulheres! =)
Se quiserem votar ou participar carreguem no link que está abaixo.
A minha proposta de nome para o A380 da Lufthansa: "O maior e mais moderno avião de passageiros do mundo precisa de um nome. Venha ajudar-nos e ganhe 1 milhão de milhas de prémios Miles & More – em lufthansa.com/A380."
Se quiserem votar ou participar carreguem no link que está abaixo.
A minha proposta de nome para o A380 da Lufthansa: "O maior e mais moderno avião de passageiros do mundo precisa de um nome. Venha ajudar-nos e ganhe 1 milhão de milhas de prémios Miles & More – em lufthansa.com/A380."
terça-feira, 9 de março de 2010
Casa Africana, locomotivas e carris
O que terão em comum a Casa Africana e os comboios portugueses - mais concretamente, a sua Gazeta? Graças ao bom trabalho de digitalização que está a ser levado a cabo pela Hemeroteca de Lisboa (caso contrário, eu JAMAIS lá chegaria), fiquei a saber a dita Gazeta decidiu saudar o 80º aniversário da velha casa comercial lisboeta em 1952. Num artigo classificado por Ninana como "um pouco surreal" (e há que dizer que Ninana foi branda), o autor da peça descreve não só a "magnífica brochura" então editada (e essa era realmente magnífica, sobretudo para os padrões da época), como dá conta da sua opinião pessoal sobre os, então já falecidos, fundadores da Casa Africana. Quem ler o texto, fica com a ideia que o Tio Manuel era um bulldozer mercantil, e o Avô José um escrupuloso contabilista. Enfim, vale o que vale... nem que seja pela graça, e pelo inusitado de ter sido publicado onde foi!
Eis o link (atenção! o artigo vem nas páginas finais):
http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/GazetaCF/1952/N1558/N1558_master/GazetaCFN1558.pdf
Eis o link (atenção! o artigo vem nas páginas finais):
http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/GazetaCF/1952/N1558/N1558_master/GazetaCFN1558.pdf
segunda-feira, 8 de março de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
Diário Insular 02.03.2010
Conforme o prometido aqui vai o artigo do Diário Insular, publicado hoje.
«PROPOSTA da jovem arquiteta Margarida Matos alarga a frente de mar de Angra do Heroísmo

Margarida Matos propõe a expansão da frente de mar de Angra do Heroísmo, unindo a baía da cidade à baía das Águas.
Um cais para cruzeiros nas imediações do cais da Figueirinha; uma marina na baía das Águas, três molhes de proteção e um passeio marginal a circunscrever a frente marítima de Angra do Heroísmo. São estas as principais caraterísticas da proposta da arquiteta Margarida Matos para a baía da cidade.
Em declarações ao DI, a jovem arquiteta explica que esta proposta (apresentada na sua dissertação de mestrado integrado em Arquitetura) pretende revitalizar a frente marítima de Angra, potenciando ao mesmo tempo a expansão da cidade.
“O trabalho começou por ter como alvo a marina, tendo-se iniciado em Setembro de 2008, numa altura em que circulavam rumores de que o Governo Regional poderia promover a construção de um cais de cruzeiros na baía. Depois, com o evoluir da pesquisa, acabei por avançar com uma proposta integrada para toda a frente marítima”, explica Margarida Matos.
“É uma proposta arrojada, mas que procura dar resposta a um conjunto de potencialidades que a baía encerra e que – sendo exploradas – podem contribuir muito para o desenvolvimento económico e turístico de Angra”, sublinha.
Cais no Monte Brasil
A proposta da jovem arquiteta instala o cais para navios de cruzeiro na encosta do Monte Brasil, sensivelmente em frente à ponta de Santo António.
“Esta proposta é uma alusão histórica, já que ali, nos séculos XVI e XVII, atracavam as naus transatlânticas”, afirma.
Esse ponto de atracagem, segundo a arquiteta, será protegido por um molhe a construir no meio da baía.
“É a infraestrutura de mais difícil execução nesta proposta, já que é implantada numa zona com profundidades de 30 metros. Mas garante a proteção do cais de cruzeiros dos ventos carpinterios. O que salvaguarda, à partida, a operacionalidade da baía em todo o ano”, explica Margarida Matos.
Esta zona ligar-se-á ao atual passeio marginal de Angra até ao Porto das Pipas, local a ser usado para reparação naval e zona de pescas e atividades e desportos náuticaos.
“A disposição dos novos quebra-mar faz com que o Porto das Pipas deixe de necessitar de ser fechado e resguardado face à angra, permitindo assim, que o seu muro de protecção seja rasgado e aberto à baía. Deste modo, esta oportunidade possibilita a criação de um espaço mais amplo, aumentando as suas potencialidades de utilização como grande praça pública e, assim assumindo a centralidade da sua função como espaço de articulação de ambas as baías”, explica a arquiteta no resumo da sua tese de mestrado, a que DI teve acesso.
“O prolongamento da marginal para nascente na extensão da orla costeira da Baía das Águas será a linha estruturante e unificadora de toda a marina e respectivos equipamentos. Com uma encosta com cerca de trinta metros acima do nível do mar, a nova marina ficará fora do ângulo de visão das edificações circundantes, fazendo isto faz com que a porção de terra envolvente usufrua de uma situação privilegiada, tanto devido à proximidade de uma infra-estrutura desta dimensão, como pelo panorama que dela se desfruta”, acrescenta.
Nova marina
Margarida Matos propõe para a baía das Águas a construção de uma segunda marina para Angra, a ser protegida por dois molhes, como se vê na figura publicada.
“A nova via marginal, que facultará acesso à Baía das Águas, terá cerca de sete metros de largura máxima e cinco metros de largura mínima, viabilizando o acesso de viaturas até à [nova] marina”, explica.
“Aproveitando a topografia da encosta, a marginal alargar-se-á para, deste modo, criar um espaço para albergar os equipamentos da marina, nomeadamente um edifício com balneários, duches, lavandaria, etc. Este edifício terá uma cobertura ajardinada – que não só irá contribuir para uma melhor eficiência energética e conforto térmico, como irá, também, dar uso às águas pluviais, aumentar a duração da cobertura, e ainda, melhorar, estética e socialmente, o ambiente urbano – e um sistema de recolha de águas pluviais. Este último complementado pela água da ribeira, servirá para abastecer toda a marina, nomeadamente para fins de rega, limpezas de superfície e águas para descargas sanitárias”, propõe.
Para a zona sudeste da baía das Águas, Margarida Matos propõe a construção de uma piscina e de um bar, dois pólos de atracão para o usufruto do local.
No centro da baía, será construído um pontão fixo, ao qual serão ligados pontões flutuantes para amarração de iates.
Segundo Margarida Matos, esta marina tem capacidade para mais de 200 embarcações com mais de 12 metros de comprimento.
“Pelo estudo que fiz, parte dos baixios daquela zona são formados por entulho ali depositado após o sismo de 1980. Será necessário um estudo mais aprofundado daquela zona, mas parece-me possível conjugar pontões para iates com os baixios”, sublinha a jovem arquiteta.
A ligação entre esta nova zona e o Porto das Pipas será garantida pelo prolongamento da marginal (que será de acesso pedonal entre esta marina e a piscina a construir). E a ligação entre a nova marina e os terrenos do antigo parque de combustíveis (sobranceiros à baía das Águas) será feita por intermédio de um funicular (transporte que recorre a carris para ultrapassar encostas).
Nesses terrenos, Margarida Matos prevê a construção de habitações e espaços comerciais, assim como estacionamento subterrâneo.»
(in http://www.diarioinsular.com/)
Cruzeiros junto ao Monte Brasil e frente de mar alargada
Tese de mestrado integrado da jovem arquiteta Margarida Matos avança com proposta para a baía de Angra
«PROPOSTA da jovem arquiteta Margarida Matos alarga a frente de mar de Angra do Heroísmo

Margarida Matos propõe a expansão da frente de mar de Angra do Heroísmo, unindo a baía da cidade à baía das Águas.
Um cais para cruzeiros nas imediações do cais da Figueirinha; uma marina na baía das Águas, três molhes de proteção e um passeio marginal a circunscrever a frente marítima de Angra do Heroísmo. São estas as principais caraterísticas da proposta da arquiteta Margarida Matos para a baía da cidade.
Em declarações ao DI, a jovem arquiteta explica que esta proposta (apresentada na sua dissertação de mestrado integrado em Arquitetura) pretende revitalizar a frente marítima de Angra, potenciando ao mesmo tempo a expansão da cidade.
“O trabalho começou por ter como alvo a marina, tendo-se iniciado em Setembro de 2008, numa altura em que circulavam rumores de que o Governo Regional poderia promover a construção de um cais de cruzeiros na baía. Depois, com o evoluir da pesquisa, acabei por avançar com uma proposta integrada para toda a frente marítima”, explica Margarida Matos.
“É uma proposta arrojada, mas que procura dar resposta a um conjunto de potencialidades que a baía encerra e que – sendo exploradas – podem contribuir muito para o desenvolvimento económico e turístico de Angra”, sublinha.
Cais no Monte Brasil
A proposta da jovem arquiteta instala o cais para navios de cruzeiro na encosta do Monte Brasil, sensivelmente em frente à ponta de Santo António.
“Esta proposta é uma alusão histórica, já que ali, nos séculos XVI e XVII, atracavam as naus transatlânticas”, afirma.
Esse ponto de atracagem, segundo a arquiteta, será protegido por um molhe a construir no meio da baía.
“É a infraestrutura de mais difícil execução nesta proposta, já que é implantada numa zona com profundidades de 30 metros. Mas garante a proteção do cais de cruzeiros dos ventos carpinterios. O que salvaguarda, à partida, a operacionalidade da baía em todo o ano”, explica Margarida Matos.
Esta zona ligar-se-á ao atual passeio marginal de Angra até ao Porto das Pipas, local a ser usado para reparação naval e zona de pescas e atividades e desportos náuticaos.
“A disposição dos novos quebra-mar faz com que o Porto das Pipas deixe de necessitar de ser fechado e resguardado face à angra, permitindo assim, que o seu muro de protecção seja rasgado e aberto à baía. Deste modo, esta oportunidade possibilita a criação de um espaço mais amplo, aumentando as suas potencialidades de utilização como grande praça pública e, assim assumindo a centralidade da sua função como espaço de articulação de ambas as baías”, explica a arquiteta no resumo da sua tese de mestrado, a que DI teve acesso.
“O prolongamento da marginal para nascente na extensão da orla costeira da Baía das Águas será a linha estruturante e unificadora de toda a marina e respectivos equipamentos. Com uma encosta com cerca de trinta metros acima do nível do mar, a nova marina ficará fora do ângulo de visão das edificações circundantes, fazendo isto faz com que a porção de terra envolvente usufrua de uma situação privilegiada, tanto devido à proximidade de uma infra-estrutura desta dimensão, como pelo panorama que dela se desfruta”, acrescenta.
Nova marina
Margarida Matos propõe para a baía das Águas a construção de uma segunda marina para Angra, a ser protegida por dois molhes, como se vê na figura publicada.
“A nova via marginal, que facultará acesso à Baía das Águas, terá cerca de sete metros de largura máxima e cinco metros de largura mínima, viabilizando o acesso de viaturas até à [nova] marina”, explica.
“Aproveitando a topografia da encosta, a marginal alargar-se-á para, deste modo, criar um espaço para albergar os equipamentos da marina, nomeadamente um edifício com balneários, duches, lavandaria, etc. Este edifício terá uma cobertura ajardinada – que não só irá contribuir para uma melhor eficiência energética e conforto térmico, como irá, também, dar uso às águas pluviais, aumentar a duração da cobertura, e ainda, melhorar, estética e socialmente, o ambiente urbano – e um sistema de recolha de águas pluviais. Este último complementado pela água da ribeira, servirá para abastecer toda a marina, nomeadamente para fins de rega, limpezas de superfície e águas para descargas sanitárias”, propõe.
Para a zona sudeste da baía das Águas, Margarida Matos propõe a construção de uma piscina e de um bar, dois pólos de atracão para o usufruto do local.
No centro da baía, será construído um pontão fixo, ao qual serão ligados pontões flutuantes para amarração de iates.
Segundo Margarida Matos, esta marina tem capacidade para mais de 200 embarcações com mais de 12 metros de comprimento.
“Pelo estudo que fiz, parte dos baixios daquela zona são formados por entulho ali depositado após o sismo de 1980. Será necessário um estudo mais aprofundado daquela zona, mas parece-me possível conjugar pontões para iates com os baixios”, sublinha a jovem arquiteta.
A ligação entre esta nova zona e o Porto das Pipas será garantida pelo prolongamento da marginal (que será de acesso pedonal entre esta marina e a piscina a construir). E a ligação entre a nova marina e os terrenos do antigo parque de combustíveis (sobranceiros à baía das Águas) será feita por intermédio de um funicular (transporte que recorre a carris para ultrapassar encostas).
Nesses terrenos, Margarida Matos prevê a construção de habitações e espaços comerciais, assim como estacionamento subterrâneo.»
(in http://www.diarioinsular.com/)
Subscrever:
Mensagens (Atom)