terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

À espera da Tx

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PARABÉNS TX!!
















Os koalas são animais terríveis, que comem os dedos (única e exclusivamente os dedos!) das criancinhas. Portanto, na Austrália são várias as crianças demasiado atrevidas que ficaram mutiladas.

Não mexam nas bolas de vidro colorido que estão na taça da sala de jantar! Eram da trisavó, e se as partirem a Avó vai ficar MUITO aborrecida!

Não sabiam que os bonecos e brinquedos ganhavam vida mal vocês adormecem? Não, não adianta tentar não dormir - eles percebem e ficam logo imobilizados outra vez. No entanto, quando acordarem, vão ver com atenção os brinquedos: pode ser que alguns não tenham ficado exactamente
na mesma posição em que os deixaram â noite. Um braço de uma boneca descaído, um carrinho 2 cm afastado da garagem...

Eram estes alguns dos ensinamentos que a nossa (porque eu, neste domínio, falo também pela Ninana) Tia Tx nos ministrava na infância. Alguns poderão rir-se com desdém e pensar "Para quê perder energia com tais parvoíces"? Outros indignar-se com os maus conhecimentos que estávamos a adquirir.
As opiniões alheias, aqui, nada interessam: e a verdade é que nós adorávamos. Tal como gostávamos de fingir que nos escondíamos dos "senhores maus" (que ninguém sabia quem eram, claro, nem queria saber) debaixo da cama do Tio Ch, munidos de uma lanterna, ou de preparar aquelas horríveis mistelas de manteiga e sal que eram a “comida” dos bonecos da, ainda muito jovem, Tx.

Foi Tx – uma baby sitter transigente, para alegria dos sobrinhos - que nos contou a (por ela depois cem vezes maldita) história da ovelha na ponte. Foi com ela (e graças a ela) que demos azo a alguns esforços de arranjo e decoração doméstico (concluindo que, realmente, o bricolage não é o forte de nenhum de nós). E é para casa de Tx que vamos, quando queremos dar uns mergulhos em águas não muito distantes mas menos tenebrosas do que as de Quiaios! E é com Tx, claro!, que vamos ao O Outro e conhecemos melhor Peniche city (onde já presenciámos cenas extraordinárias, dignas de uma novela de MNL!).No entanto, temos sempre o cuidado de não comer tangerinas – pois é impossível esquecer o drama que Tx fazia quando as comíamos à sobremesa! ;)

A nossa tia literata (que me fez ficar a gostar de Os Maias bastante mais cedo do que a maioria, e que me contou inúmeras histórias da mitologia greco-romana, desde logo a do Prometeu Agrilhoado) e cinéfila (com quem aprendi que o cinema alternativo europeu pode ser MESMO mau – nunca esquecerei Pandora!) faz anos! Sem ela, as dinâmicas PL seriam, seguramente, bem menos divertidas! Para a empenhada professora das criancinhas penicheiras e devotada protectora da fauna desamparada, e desde as terras de entre Lis e Lena, vão os parabéns do sobrinho mais velho para a tia mais nova!

Ps: Tx, e para quando a coloaboração na Maré Cheia??

Joyeux Anniversaire Tia Tuxa! :)


Parabéns tia!
Beijinhos da Margarida e do João Pedro

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Parabéns Tuxa!


Reza a lenda de que certo dia no famoso Centro da Solum (não confundir com o Centro Comercial Gira-Solum!) a nossa aniversariante acompanhada de MNL, ao ver no chão um carreiro de formigas, terá dito:”Olha Mãe, são letras a andar!”. A presente homenageada não teria mais de três anos e, apesar de ainda não conhecer os terríveis insectos da ordem Himnoptera, já sabia bem o que eram letras e a sua importância no universo PL. Este episódio revela bem, e duma forma tão precoce, o gosto pelas letras da “mais nova”. De facto, cedo se adivinhava que iria cursar a licenciatura de Português/Francês – apesar de um ano de sabática passado nas áreas do cinema e da comunicação, por influência de uma amiga, conhecida por ter os lábios roxos (certamente não por ter problemas de circulação sanguínea, mas por tendências cromáticas da época) e, sobretudo, para não romper com a tradição PL de cursar licenciaturas já cursadas por outros PLs!!!!
Pois bem, a nossa júnior faz hoje anos e está, por isso, de parabéns!
Para comemorar a efeméride, deixo aqui no blog uma montagem com várias fotografias onde se pode ver a PL em causa. Da esquerda para a direita, a contar de cima: a Tuxa, o gato Gaudi e o jovem Pedro; a Tuxa pintada por uma jovem eborense dada às artes, num Natal passado em Coimbra; a Tuxa com dois dos seus sobrinhos na famosa Papôa; No 1º encontro PL do Século XXI na Foz do Arelho. As imagens estão polvilhadas de formigas, perdão de letras errantes!
Um beijo de parabéns.

Zé Nuno, Ana, Pedro e Rodrigo.

Philosophie Féline!









«Depuis le temps, donc.
Depuis le temps, peut-on dire que l'animal nous regarde?
Quel animal? L'autre.
Souvent je me demande, moi, pour voir, qui je suis - et qui je suis au moment où, surpris nu, en silence, par le regard d'un animal, par exemple les yeux d'un chat, j'ai du mal, oui, du mal, à surmonter une gêne.
Pourquoi ce mal?
J'ai du mal à reprimer un mouvement de pudeur. Du mal à faire taire en moi une protestation contre l'indécence. Contre la malseánce qu'il peut y avoir à se trouver nu, le sexe exposé, à poil devant un chat qui vous regarde sans bouger, juste pour voir. Malseánce de tel animal nu devant l'autre animal, dés lors, on dirait une sorte d'animalseánce: l'expérience originale, une et incomparable de cette malseánce qu'il y aurait à paraître nu en verité, devant le regard insistant de l'animal, un regard bien-veillant ou sans pitié, étonné ou reconnaissant. Un regard de voyant, de visionnaire ou d'aveugle extra-lucide. C'est comme si j'avais honte, alors, nu devant le chat, mais aussi honte d'avoir honte (p.18)».
«Voilà mes hypothèses en vue des thèses sur l'animal, sur les animaux, sur le mot d'animal ou d'animaux.
Oui, l'animal, quel mot!
C'est un mot, l'animal, que des hommes se sont donné le droit de donner. Ils se sont trouvés, ces humains, à se le donner, le mot, mais comme s'ils l'avaient reçu en héritage. Ils se sont donné le mot pour parquer un grand nombre de vivants sous ce seul concept: L'Animal (p. 54)».
«Ecce animot, disai-je avant ce long détour (...). Je voudrais donner à entendre le pluriel des animaux au singulier général, separé de l'homme par une seule limite indivisible. Il faut envisager qu'il y ait des "vivants" dont la pluralité ne se laisse pas rassembler dans la seule figure de l'animalité simplement opposée à l'humanité (p. 73)».

PS: Je remercie vivement la collaboration du chat Zé Bandeira!

Mais um texto sobre EL

Como se poderão relacionar a paróquia de S. José - tão ligada aos PL - o seu pároco e... EDUARDO LOURENÇO?? Saberá já JT da referência ao pensador franco-beirão nas homilias dominicais, e não só?

Em breve seguirá cópia do documento em questão, nem que seja para o PL especialista em EL juntar à sua "Laurentina"!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Discussões de café no DI

Pois é as conversas de café dos angrenses, passaram para o jornal Diário Insular.
Depois do Arquitecto José Parreira ter apresentado a sua proposta para o Porto de Cruzeiros,
foi a vez do Sr. José Capelos, com uma intervenção no Porto das Pipas, como podem ver na imagem abaixo.


Talvez em breve tenha a oportunidade de mostrar a minha ideia e obter algum feedback dos meus conterrâneos.
Viva a liberdade de expressão e citando o Eng. Jorge Leiria Gomes: «a falar é que a gente se entende». :)